Com o dinheiro podemos comprar muitas coisas, mas não o essencial para nós. Proporciona-nos comida, mas não apetite; remédios, mas não saúde; dias alegres, mas não a felicidade.
Imagine-se num velório. Procure ouvir o que as pessoas estão dizendo a respeito do morto - a viúva, os filhos, os parentes, os amigos, os colegas de escola, o companheiros de trabalho, todos eles. Agora levante a tampa do caixão e descubra que o morto é você. Volte à realidade e reorganize a sua vida para que no futuro possa se imaginar ouvindo o que gostaria que dissessem.
Volta e meia me vem a angústia de estar sempre comigo. Eu gostaria muito de um dia poder ir a algum lugar em que eu não fosse ou não estivesse. Pelo que falam dos lugaers a que não vou, sem mim os lugares são muitos interessantes.